Cacilda Costa (11) 99211-1647

Ansiedade

Texto sobre o assunto

O que é Ansiedade? 

O termo "ansiedade" tem várias definições nos dicionários não técnicos: aflição, angústia, perturbação do espí­rito causada pela incerteza, relação com qualquer contexto de perigo, entre outros.

Levando-se em conta o aspecto técnico, devemos entender ansiedade como um fenômeno que ora nos beneficia, ora nos prejudica, dependendo das circunstâncias ou intensidade, e que tornar-se patológico, isto é, prejudicial ao nosso funcionamento psí­quico (mental) e somático (corporal).

A ansiedade estimula o indiví­duo a entrar em ação, porém, em excesso, faz exatamente o contrário, impedindo reações.

Sintomas de Ansiedade 

Os transtornos da ansiedade têm sintomas muito mais intensos do que aquela ansiedade normal do dia a dia. Eles aparecem como:

  • Preocupações, tensões ou medos exagerados (a pessoa não consegue relaxar)
  • Sensação contí­nua de que um desastre ou algo muito ruim vai acontecer
  • Preocupações exageradas com saúde, dinheiro, famí­lia ou trabalho
  • Medo extremo de algum objeto ou situação em particular
  • Medo exagerado de ser humilhado publicamente
  • Falta de controle sobre pensamentos, imagens ou atitudes, que se repetem independentemente da vontade
  • Pavor depois de uma situação muito difí­cil.

Mediando conflitos

" Os conflitos, finalmente, são como a chuva uma vez canalizados apropriadamente podem trazer benefícios para promover mudança, contudo, fora de controle podem causar uma inundação devastadora"


Razões que propiciam o surgimento do conflito.

 Os conflitos emergem quando se apresenta uma iminente necessidade de escolha entre situações que sejam consideradas incongruentes ou mesmo incompatíveis com os nossos interesses. Podem ter: diferentes objetivos; 
a)  quando nós mantemos nossa atenção arraigada a um foco específico e não conseguimos observar o interesse e os objetivos das outras pessoas que estão ao nosso redor.
b) conflitos de interesses - se assemelha ao primeiro item (diferentes objetivos)
c) falta de comunicação
d) comunicação violenta 
e) falta de verdade
f) a verdade dita de forma agressiva
g) disputa pela razão
h) insistência em ter razão
i) desejos nao realizados
j) expectativas muito elevadas
k) onde surgem os conflitos 
l) conflitos e suas formas
m) debates interpessoais

Função do Mediador

O Mediador é uma terceira pessoa independente e imparcial que não decide, não sugere soluções e não presta assessoria jurídica nem técnica.

O Mediador tem como principal função a facilitação da comunicação entre os mediados. Esta facilitação é feita através de técnicas próprias da mediação.

O Mediador:

  • Promove o respeito;
  • Investiga os reais interesses e desejos dos mediados;
  • Investiga para auxiliar a que os mediados descubram quais são os reais conflitos;
  • Orienta os mediados para que procurem informações correctas sobre o que vão decidir;
  • Intervém para que os mediados assumam juntos a responsabilidade de resolver as questões que ali os levaram;
  • Incentiva a criatividade dos mediados na busca de soluções;
  • Auxilia na análise de cada uma das opções de solução criadas para ver qual ou quais satisfazem os interesses dos mediados;
  • Auxilia na construção de um acordo final no sentido de garantir a sua exequibilidade, durabilidade e aceitabilidade para as partes.

Depressão

Causas A depress�o � uma doen�a. H� uma s�rie de evid�ncias que mostram altera��es qu�micas no c�rebro do indiv�duo deprimido, principalmente com rela��o aos neurotransmissores (serotonina, noradrenalina e, em menor propor��o, dopamina), subst�ncias que transmitem impulsos nervosos entre as c�lulas. Outros processos que ocorrem dentro das c�lulas nervosas tamb�m est�o envolvidos.Sintomas de Depress�o S�o sintomas de depress�o:

  • Humor depressivo ou irritabilidade, ansiedade e ang�stia
  • Des�nimo, cansa�o f�cil, necessidade de maior esfor�o para fazer as coisas
  • Diminui��o ou incapacidade de sentir alegria e prazer em atividades anteriormente consideradas agrad�veis
  • Desinteresse, falta de motiva��o e apatia
  • Falta de vontade e indecis�o
  • Sentimentos de medo, inseguran�a, desesperan�a, desespero, desamparo e vazio
  • Pessimismo, ideias frequentes e desproporcionais de culpa, baixa autoestima, sensa��o de falta de sentido na vida, inutilidade, ru�na, fracasso, doen�a ou morte.

  • A pessoa pode desejar morrer, planejar uma forma de morrer ou tentar suic�dio
  • Interpreta��o distorcida e negativa da realidade: tudo � visto sob a �tica depressiva, um tom "cinzento" para si, os outros e o seu mundo

  • Dificuldade de concentra��o, racioc�nio mais lento e esquecimento
  • Diminui��o do desempenho sexual (pode at� manter atividade sexual, mas sem a conota��o prazerosa habitual) e da libido
  • Perda ou aumento do apetite e do peso
  • Ins�nia (dificuldade de conciliar o sono, m�ltiplos despertares ou sensa��o de sono muito superficial), despertar matinal precoce (geralmente duas horas antes do hor�rio habitual) ou, menos frequentemente, aumento do sono (dorme demais e mesmo assim fica com sono a maior parte do tempo)Dores e outros sintomas f�sicos n�o justificados por problemas m�dicos, como dores de barriga, m� digest�o, azia, diarreia, constipa��o, flatul�ncia, tens�o na nuca e nos ombros, dor de cabe�a ou no corpo, sensa��o de corpo pesado ou de press�o no peito, entre outros

  • Tratamento - � feita uma avalia��o, se necess�rio, um encaminhamento psiqui�trico,  s�o trabalhados os traumas, que  porventura apareceram na entrevista ou nos teste aplicados. Ap�s a elabora��o  dos sintomas mais acentuados, s�o feitas v�rias orienta��es de mudan�a de estilo de vida.

Campanha de Aleitamento Materno


http://www.mogidascruzes.sp.gov.br/noticia/saude-promove-capacitacao-sobre-aleitamento-materno-para-profissionais-da-educacao-infantil

Avaliações - Deficiências

Avaliações - Cirurgia Bariátrica

O tratamento clí­nico é escolha em pacientes com sobrepeso e obesidade leve (IMC entre 30-34,9 kg/m²). Hoje está estabelecido que o tratamento cirúrgico está indicado em pacientes definidos com obesidade moderada (IMC > 35 kg/m²) que tenham comorbidades como apneia do sono, hipertensão, diabetes mellitus, dislipidemia, artropatias ou para pacientes com IMC maior que 40 kg/m² que não tenham obtido sucesso na perda de peso após dois anos de tratamento clí­nico (incluindo o uso de medicamentos). A mortalidade por cirurgia bariátrica laparoscópica em 2009 é 0,3%[1] Estudos vão ainda mais longe demonstrando que o risco de morte em pacientes obesos submetidos à cirurgia bariátrica é 35% menor do que aqueles que seguem tentando realizar somente tratamentos clí­nico com IMC > 35 kg/m² com comorbidades ou IMC > 40 kg/m² [2] [3]. Tipo de mecanismo das cirurgias bariátricas: Totalmente Restritivos - Causam restrição do estômago. Banda Gástrica Ajustável, Cirurgia de Mason e Cirurgia de Sleeve; Mistos e Predominantemente restritivos: os desvios gástricos como o Bypass Gástrico com e sem anel; Mistos e Predominantemente disabsortivos: as derivações bileopancreáticas (Duodenal Switch, Scopinaro); Totalmente disabsortivo - Bypass Jejuno-Ileal (essa cirurgia foi proibida por complicações relacionadas à alça exclusa). Os tipos de cirurgias bariátricas mais frequentemente realizados segundo Kawahara são: [4] A técnica mais conhecida e estudada é a chamada Cirurgia de Bypass em Y de Roux. A cirurgia inicia com uma videolaparoscopia. Na sequência, os procedimentos são idênticos. O estômago, que tem capacidade para cerca de dois litros é seccionado com um grampeador cirúrgico de maneira a se obter um novo estômago com capacidade para apenas 15-30 ml. Uma alça intestinal é anastomosada ao novo estômago para permitir a saí­da e a absorção dos alimentos que é chamada anastomose gastrojejunal. O funcionamento da cirurgia é através da restrição da ingestão de alimentos, e em menor parte por disabsorção, uma vez que cerca de 150 cm de intestino delgado são desviados (técnica mista - predominantemente restritiva). O emagrecimento acentuado pode requerer cirurgias plásticas para a retirada do excesso de pele. Um outro grupo de cirurgias para redução de peso é o das cirurgias chamadas "predominantemente disabsortivas" e as principais representantes deste grupo são as realizadas pela técnica de Scopinaro e o "Duodenal Switch". O paciente pode apresentar diarreia ao ingerir alimentos gordurosos e ter desnutrição proteica sobretudo no Scopinaro. Tanto o Scopinaro quanto o Duodenal Switch podem ser feitos por laparoscopi

BSP Brainspotting

O que é Brainspotting?

 

 

Brainspotting é um método de tratamento enfocado, forte e poderoso que funciona ao identificar, processar e liberar as fontes neuropsicológicas de dor fí­sica/emocional, trauma, dissociação e uma variedade de outros sintomas desafiadores. Brainspotting pode ser uma forma de diagnostico e tratamento simultaneamente, e quando é intensificado com o som bilateralizado (biolateral.com) é ainda mias profundo, direto e poderoso embora enfocado e capaz de dar contenção ao paciente.

Brainspotting funciona como uma ferramenta neurobiologia de apoio na relação clinica terapêutica. Não existe um substituto para a presença terapêutica, acolhedora e madura com a capacidade de engajar a pessoa que sofre numa relação segura e competente.           

Brainspotting nos dá uma ferramenta, dentro dessa relação clinica, para que se possa localizar, enfocar, processar e liberar as experiências e sintomas que normalmente estão fora do alcance da mente consciente, e de sua capacidade cognitiva e linguí­stica.

Brainspotting funciona com o cérebro profundo e com o corpo através do seu acesso direto aos sistemas autônomos e lí­mbicos do sistema nervoso central. Portanto, o Brainspotting é um instrumento/tratamento que tem consequências psicologias, emocionais e fí­sicas.

 

 Brainspotting está baseado na sintonia profunda do terapeuta com o paciente. Ao encontrar um disparador, pode-se extingui-lo ao dessensibilizar a amí­dala. Não é apenas que se facilita a ativação do Sistema Nervoso Parassimpático: trate-se de homeostases.  Robert Scaer, MD, The Trauma Spectrum (O Espectro do Trauma)

 

Parte da teoria é que o Brainspotting se conecta e emprega a capacidade inata do corpo de se auto-escanear. Isso permite o processamento e a liberação de áreas enfocadas (sistemas) que se encontram em estados de homeostase mal-adaptivos (modos primitivos de sobreviv�ncias que est�o congelados). Isso talvez explique tamb�m a capacidade que tem o Brainspotting de reduzir e eliminar dor f�sica/corporal e tens�o associada a condi��es f�sicas.

Um �brainspot� - i.e. um ponto especifico no c�rebro � � a posi��o ocular que est� relacionado � ativa��o energ�tica/emocional de um tema dentro do c�rebro que possui uma carga traum�tica ou emocional que mais provavelmente se encontra na am�dala, o hipocampo ou o c�rtex orbito-frontal do sistema l�mbico. Localizado atrav�s da posi��o ocular, emparelhado com respostas reflexas que se experimentam internamente ou se observam externamente, o Brainspot �, na verdade, um subsistema fisiol�gico que segura a experi�ncia emocional em forma de mem�ria.

Quando se estimula um Brainspot, o c�rebro profundo sinaliza reflexamente ao terapeuta que uma �rea significativa foi localizada. Isso normalmente acontece fora da consci�ncia do cliente. H� uma multid�o de respostas reflexas, incluindo movimentos r�pidos dos olhos, �movidinhas� s�bitas (�wobbles�), �congelamento� do movimento, piscadas (uma ou duas vezes), dilata��o ou constri��o da pupila, afunilamento tiques faciais, franzir da testa, estreitamento dos olhos, engolir, bocejo, tosse, mover a cabe�a ou o corpo, sinais de m�o ou p�, etc. As express�es faciais reflexas s�o indicadores poderosos de brainspots ou pontos cerebrais.

O surgimento de uma resposta reflexa � experi�ncia somato-sensoria do trauma, ou problema emocional ou som�tico � uma indica��o que o brainspot foi localizado e ativado. Ent�o o brainspot pode ser acessado e estimulado mantendo a posi��o do olho do cliente enquanto este se focaliza na experi�ncia somato-sensoria do sintoma ou problema que se est� trabalhando na terapia.

A manuten��o desta posi��o ocular ou brainspot dentro do foco de aten��o do �sentido corporal� (�felt sense�) sobre determinado tema ou trauma estimula um processo profundamente integrador e curativo dentro do c�rebro. Este processamento � que parece funcionar no n�vel reflexo ou celular do sistema nervoso � resulta num descondicionamento de respostas emocionais e fisiol�gicas mal-adaptivas que foram condicionadas anteriormente.

Brainspotting parece estimular, focalizar e ativar a capacidade inerente do corpo de se curar a si mesmo dos seus traumas.

Quando se trabalha com Brainspotting com Janela Interna, o terapeuta participa junto com o cliente para localizar os brainspots atrav�s da percep��o (�felt sense�) da experi�ncia de m�xima intensidade de perturba��o corporal ou afetiva. Brainspotting pode ser feito com um olho ou com dois. Brainspotting pode ser direcionado tanto � perturba��o quanto ao estabelecimento e fortalecimento de recursos positivos. 

Brainspotting tamb�m pode ser �til para acessar e desenvolver estados e experi�ncias de recursos. Estes �ltimos permitem ao terapeuta e paciente �pendular� entre estados ou recursos positivos e os traumas durante o Brainspotting para permitir um processamento e dessensibiliza��o mais gradual quando se trata de temas e sintomas intensamente traum�ticos e emocionalmente carregados. 

Brainspotting processa at� a profundidade do centro reflexo. �s vezes, quando parece que um ponto tenha alcan�ado o n�vel de perturba��o igual a zero, rompe-se a novos estratos ainda mais profundos no c�rebro. O centro reflexo se encontra no c�rebro profundo, inconsciente, corporal. Est� t�o fora de nossa experi�ncia consciente como a respira��o, a circula��o e a digest�o. Brainspotting desarma o trauma, o sintoma, a perturba��o som�tica e as cren�as disfuncionais no n�vel do centro reflexo.

Brainspotting � uma abordagem �corpo a corpo�. A perturba��o � ativada e localizada no corpo, o que permite ao terapeuta localizar o Brainspots atrav�s da posi��o do olho. Em contraste com o EMDR, onde o �alvo� � a lembran�a traum�tica, no Brainspotting o brainspot em si � o �foco ou ponto de ativa��o�. 

Tudo que se faz com o Brainspotting procura ativar, localizar e processar o Brainspot.

Brainspotting � mais poderoso e efetivo quando se realiza adicionando o som bilateralizado dos CDs BioLateral. O som bilateral aumenta a capacidade de processamento do c�rebro, estimulando alternadamente cada hemisf�rio cerebral. Para pacientes extremamente dissociados ou muito fr�geis, pode-se come�ar o Brainspotting sem nenhuma intensifica��o bilateral, que se pode agregar mais adiante, quando o paciente estiver mais integrado e flex�vel. O som curativo entra diretamente no c�rebro pelos nervos auditivos, enquanto que os t�mpanos vibram bilateralmente.

Qualquer acontecimento da vida que causa perturba��o f�sica ou emocional onde a pessoa sente uma forte sensa��o de estar sobrecarregado al�m das suas for�as, impot�ncia ou presa, pode-se transformar em uma experi�ncia traum�tica.

Existe um crescente reconhecimento nas profiss�es de ajuda que as experi�ncias dolorosas f�sicas ou emocionais, a dor aguda e a cr�nica, uma doen�a f�sica grave, interven��es m�dicas delicadas, a agita��o social, desastres ambientais, assim como muitos outros eventos problem�ticos da vida, contribuem para o desenvolvimento do reservat�rio substancial de experi�ncias traum�ticas. Esse trauma � contido no corpo.

Na maioria dos casos, o indiv�duo traumatizado n�o tem a oportunidade nem o apoio necess�rios para processar adequadamente e integrar esses acontecimentos traum�ticos da vida. A experi�ncia traum�tica ent�o passa a formar parte desse �reservat�rio de trauma� do indiv�duo. O corpo e a psique n�o conseguem evitar ser afetados pelos aspectos f�sicos, energ�ticos e emocionais derivados dessa carga acumulada de trauma. A literatura m�dica e psicol�gica reconhece atualmente que aproximadamente 75% dos pedidos de aten��o m�dica est�o relacionados �s a��es ou conseq��ncias deste ac�mulo de estresse ou de trauma sobre os sistemas do corpo humano.

Todos os profissionais da �rea de sa�de encontram situa��es de tratamento em que os sintomas f�sicos n�o podem ser separados do correlato emocional ou psicol�gico. As experi�ncias traum�ticas da vida sejam f�sicas sejam emocionais, s�o fatores significativos e freq�entes contribuindo ao desenvolvimento e/ou a manuten��o da maioria dos sintomas e problemas encontrados no cuidado m�dico.

Brainspotting � um instrumento terap�utico a n�vel fisiol�gico que pode ser integrado a uma grande variedade de modalidades de cura, incluindo abordagens tanto psicol�gicas quanto som�ticas de tratamento. Brainspotting pode ser �til como complemento a v�rias terapias baseadas no corpo, tais como trabalho corporal avan�ado, quiropraxia, acupuntura, terapias som�ticas, fisioterapia, enfermagem, medicina e outras abordagens especializadas em cura f�sica. � um recurso valioso no tratamento de uma grande variedade de temas e sintomas m�dicos, f�sicos e psico-emocionais que desafiam os profissionais da sa�de.

O Brainspotting � um instrumento neurobiol�gico que oferece a possibilidade de acessar, diagnosticar e tratar uma variedade de condi��es som�ticas e/ou de base emocional. Brainspotting pode ser instrumento efetivo e eficiente no tratamento de:

 

�      Trauma f�sico e emocional

�      Recupera��o de traumas decorrentes de acidentes

�      Traumas resultantes de interven��es e tratamentos m�dicos

�      Doen�as f�sicas relacionadas com estresse e trauma

�      Problemas de desempenho, inclusive disfun��o sexual

�      Fibromialgia e outras condi��es de dor cr�nica

�      Depend�ncia qu�mica e adi��es

�      Problemas de percep��o

�      TDA e TDAH

�      Gagueira

�      Doen�as ambientais e S�ndrome de Fadiga Cr�nica

�      Fobias

�      Asma

�      Prepara��o e recupera��o de interven��es cir�rgicas

�      Trauma de guerra e cat�strofe natural

�      Problemas de raiva e f�ria

�      P�nico e ansiedade

�      Manejo de doen�as graves

 

David Grand, Ph.D. � psicoterapeuta, especialista e palestrante reconhecido internacionalmente no campo do trauma emocional. Diretor e escritor de filmes e pe�as de teatro � tamb�m autor do livro �EMDR � m�xima velocidade: o poder do EMDR�- (Emotional healing at warp speed: The power of EMDR).

 

Comprometido com o uso da cura emocional do trauma a n�vel internacional, David Grand � o antigo presidente do Programa de Assist�ncia Humanit�ria (HAP) do Instituto EMDR. Ele j� coordenou uso da cura do trauma como uma ferramenta para aliviar o sofrimento humano em v�rios paises, inclusive na Irlanda do Norte e os centro urbano de Brooklyn, N.Y.

 

Grand j� foi convidado a se apresentar no NBC Nightly News, Dateline, CNN, the New York Times, The Washington Post, Newsday and O Magazine.